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Mercado de energia solar tem crescimento exponencial e projeta ano de ouro em 2022




Sustentabilidade e fontes de energias renováveis são temas recorrentes do Século 21. O desenvolvimento passa também por encontrar esses novos caminhos e um meio que vem ganhando expansão e tem projeções de um “ano dourado” em 2022 é o da energia solar. Já não é algo fora do normal você enxergar as famosas placas na área urbana e rural, afinal, empresas e clientes residenciais estão se rendendo à tecnologia de produção da própria energia elétrica, puxados muito pela economia na fatura da conta de luz que isso proporciona.

O momento é de expansão forte para o setor que já está bastante difundido no Rio Grande do Sul, o terceiro Estado com maior capacidade de geração instalada. Segundo dados Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), há capacidade para produzir 1 gigawatt (GW) em solo gaúcho, sendo que a principal cidade é Caxias do Sul, com capacidade de 40 megawatts (MW), bem à frente da segunda colocada que é Santa Maria, com 25,5 MW – 1 gigawatt é igual a 1.000 megawatts. Só que as possibilidades deverão aumentar ainda mais em 2022, durante o último ano de prevalência da Resolução Normativa 482, publicada em 2012, e que isenta os produtores, comerciais ou residenciais, por 25 anos dos impostos criados pelo Marco Legal da Microgeração e Minigeração Distribuída.


Atualmente, quem possui sistema de placas fotovoltaicas paga uma taxa de disponibilidade à concessionária, que envolve impostos normais, e também mantém a disponibilidade de uso da energia enquanto as placas não produzem na sua totalidade. Já com o Marco Legal entrando em vigor no dia 7 de janeiro de 2023, os novos microgeradores de energia precisarão pagar uma taxa, que varia de acordo com cada concessionária e corresponde aos gastos de infraestrutura dessas empresas. Será de forma gradativa, mas que ainda não irá ser algo muito diferente de quem já possui esse tipo de sistema instalado. Ainda assim, a possibilidade de ficar 25 anos sem essa taxação deverá atrair ainda este ano esses novos investidores.


RETORNO AO INVESTIMENTO


Essa é a grande tendência de mercado sustentável, que atrai cada vez mais clientes. Neste momento, existe a possibilidade de economia em até 95% na conta de luz, mas lógico que isso varia caso a caso. O mercado também prevê o retorno de investimento em quatro a cinco anos, mas com uma tecnologia que poderá ser aproveitada por pelo menos 25. Ou seja, o custo-benefício para investidores e ao meio-ambiente pode ser enorme. Ainda mais num momento, onde a eletricidade ganha cada vez mais espaço no mercado.


Fonte: Pioneiro Economia

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